O que costumam nos perguntar antes do primeiro diagnóstico.
Se a sua pergunta não está aqui, escreva para a gente.
Produto
O health[ops] é um BI?
Não. BI mostra o número; o health[ops] explica a posição daquele número e o que fazer com ele. A plataforma detecta o que mudou na carteira, investiga por quê, compara com o mercado (grupo de comparação ANS por porte, setor e região) e transforma o achado em oportunidade, ação e resultado — um ciclo fechado, não um painel.
Quem é o cliente?
A corretora de saúde é o cliente principal: recebe a carteira inteira num console white-label, com Radar de mudanças, investigações e Sala de Renovação. As empresas clientes da corretora (RH) e os profissionais de saúde (médicos, auditores) entram como personas com níveis de acesso próprios.
O RH da empresa entra desde o primeiro dia?
Não. O RH entra depois que a corretora provou valor com a própria carteira e a base daquela empresa está madura. É um gate por empresa. Quando entra, vê só o recorte da sua empresa, sempre agregado — nunca a pessoa.
O que a corretora recebe na prática?
Console da carteira com todas as empresas, Radar do que mudou desde a última visita, benchmark contra a ANS, Sala de Investigação com os drivers de cada mudança, Sala de Renovação com a fórmula oficial de reajuste da operadora e relatórios prontos para impressão. Dashboards e relatórios com atualização mensal.
Dados
De onde vêm os dados públicos?
De fontes oficiais: ANS (operadoras, produtos, reajustes, reclamações), DATASUS (CID, CNES, SINAN), INSS (benefícios, CAT), Receita Federal e IBGE (CNPJ, CNAE), MTE (CAGED, CBO), ANVISA (CMED), Vigitel e o DataJud do CNJ. São 16 bases, mais de 15 milhões de registros de referência, coletados e atualizados por rotina própria. Você não precisa montar nada disso.
Preciso mandar planilha?
Só se quiser. O transporte é o mesmo parser em qualquer canal: upload no console, portal da operadora, SFTP, e-mail ou mainframe. Lemos os layouts reais das operadoras brasileiras. A carga é idempotente — o mesmo arquivo duas vezes não duplica nada.
Quanto tempo leva a carga histórica?
De 6 a 8 semanas por operadora, em paralelo à parametrização. O go-live completo fica em torno de 8 semanas a partir do cadastro da apólice.
Como vocês tratam operadoras que mandam formatos diferentes?
Com uma camada canônica: cada evento é conformado de código próprio para TUSS, depois para a classificação da ANS e para CID, com vigência. Quando não dá para classificar no nível mais fino, o evento não é descartado — só desce um nível de classificação, e isso fica registrado.
Inteligência artificial
O modelo de IA vê nome ou CPF?
Nunca. O modelo recebe apenas hash e agregado, mais o dicionário de schema. Quem pode abrir a identidade é o servidor do app, para quem tem termo de sigilo nominal, e cada abertura fica registrada. Veja a fronteira de confiança.
A IA é treinada com os meus dados?
Não. “Multi-agente” aqui é engenharia de agentes: cada especialista é um system prompt com ferramentas, intenções permitidas e um pack de conhecimento regulatório e atuarial. Não treinamos pesos com dado de cliente.
E quando a IA não sabe?
Ela diz. Toda resposta vem com nível de confiança; quando a evidência não sustenta causalidade (por exemplo, “a alta tem relação com autorização de senhas?”), a resposta é “associação temporal, causalidade insuficiente — para investigar, cruze X com Y”.
Quem conclui um nexo causal ocupacional?
O médico. O agente aponta divergência (por exemplo, afastamento B91 sem CAT), cita a norma (NTEP, NR-1) e mostra o dado. A conclusão é sempre do profissional habilitado.
Segurança e LGPD
O que é o termo de sigilo?
Um termo nominal, por profissional e por apólice, com validade de 12 meses. Sem ele, nome e CPF não abrem — não importa o cargo. O PDF assinado não sobe ao servidor: o navegador calcula o hash e guardamos nome do arquivo e SHA-256 como prova de integridade.
Onde ficam os dados?
Em nuvem, com isolamento por cliente e a identidade em um cofre separado do resto. A identidade só é aberta pelo servidor da aplicação, com termo, e nunca pelo modelo de IA. Fornecedores e localização constam na política de privacidade e no contrato.
Como vocês garantem que uma corretora não vê a outra?
Isolamento por linha (RLS) desde a primeira migration, em toda tabela. O agente de IA opera em whitelist, deny-by-default. Isso é testado em CI: a sessão do tenant A retorna zero linhas do tenant B.
Comercial
Quanto custa?
O modelo é por vida por mês, com um setup único de implantação e contrato de 12 meses. Onboarding de novas empresas da carteira e suporte dedicado estão incluídos. O valor final depende do número de vidas e das personas ativadas (consultor, médico, RH). O caminho normal é uma conversa de 30 minutos com a sua carteira e a série da ANS na mesa; saímos com um diagnóstico e uma proposta. Agende aqui.
Como começa?
Cadastro da apólice → ajustes jurídicos e financeiros (5 dias) → carga da base histórica por operadora → parametrização de regras e acessos → treinamento por tipo de acesso (3 dias) → go-live com agendas semanais de evolução.
Veja o que o health[ops] encontraria na sua carteira.
30 minutos, com a sua carteira e a série da ANS na mesa. Você sai com 3 achados prioritários — número, evidência e fonte — e decide se quer ver o resto.